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Alugue um iate e faça um cruzeiro
pelo lago de Genebra com duração de um dia, uma noite ou um fim de semana inteiro

Fim de tarde no Lago de Genebra
com o Castelo Chillon ao fundo

Vevey às margens do Lago de
Genebra

Castelo Chillon, às margens do lago de Genebra
SÃO PAULO - A
Mobility-Online, empresa especializada em aluguel de veículos no mundo inteiro, tem agora
iates para alugar também. Em parceria com a Elite, locadora européia com uma das maiores
frotas de esportivos e conversíveis, a Mobility-Online está oferecendo aluguel de iate
na Suíça, mais especificamente para cruzeiros no Lago de Genebra.
O cenário é de tirar o fôlego, os Alpes Suíços, Mont Blanc, vinhedos às margens do
lago, pequenas aldeias e cidades medievais. O lago de Genebra fica na fronteira da Suíça
com a França, uma região escolhida como residência por personalidades como Charles
Chaplin e David Bowie.
Os cruzeiros podem ser de meio dia (seis horas de duração), uma noite (das 18 às 24
horas), um dia inteiro ou um fim de semana, de sexta a domingo. O iate Elite tem
capacidade para até 10 pessoas nos passeios de até um dia e, nas viagens com pernoite,
acomoda confortavelmente de 4 a 6 pessoas, em duas cabines com dois banheiros. O capitão,
o combustível e a limpeza do iate já estão incluídos. A comida e bebida a bordo podem
ser solicitadas, com o pagamento à parte.
O programa de meio dia custa 800 euros, se a opção for navegar à noite sai por 900
euros (preços para até 10 passageiros). Já o cruzeiro de um dia inteiro custa 1.200
euros (máximo 10 pessoas) e o pacote de fim de semana, 2.000 (até 6 pessoas). É
possível também programar cruzeiros mais longos de 4 ou 5 dias.
Serviço:
Para mais informações e reservas, basta ligar para a central de atendimento
Mobility-Online 0800 16 0525 ou pela Internet www.mobility-online.com.br
Créditos das Fotos: "Photo Switzerland Tourism/
swiss-image.ch"
(Matéria
editada em 20/08/02 às 00h01)

Salvador: Lojas do Mauá têm o autêntico artesanato produzido na
Bahia
SALVADOR - Na hora de decorar a casa
ou escritório ou na compra de um presente especial, as lojas do Instituto de Artesanato
Visconde de Mauá (Porto da Barra e Pelourinho) são uma boa opção. Além da economia
o Mauá compra diretamente do produtor, sem a figura do intermediário e por isso
os preços são acessíveis a compra significa contribuir para a geração de renda
para os artesãos, em sua maioria pessoas simples do interior da Bahia, que produzem o
mais autêntico artesanato, cujas peças têm espaço garantido no eixo Sul-Sudeste e
também no exterior.
Hoje muitos decoradores já buscam os produtos do Mauá, local onde a variedade e
diversidade do artesanato produzido na Bahia podem ser constatadas. Os produtos cerâmicos
são os mais procurados, representando no ano passado, 25% do total das vendas do Mauá.
Em seguida vêm os produtos em madeira (19%) e cestaria e trançado(11%).
Mas as lojas do instituto têm também o mais autêntico artesanato nos segmentos de
metal, tecelagem, renda, pintura em tecido, aproveitamento de materiais, aproveitamento de
retalhos, bordados, instrumentos musicais, lapidação, lembranças da Bahia, papel machê
e outros.
Serviço:
As lojas do Mauá funcionam na Barra, de segunda sexta-feira, das 9h às 19h e aos
sábados, das 10h às 15h. No Pelourinho, de segunda à sexta-feira das 9h às 19h, e
sábados e domingos, das 10h às 16h.
(Matéria
Editada em 30/04/02 às 00h02)

Vila Rubim na cidade de Vitória,
capital do Espírito Santo, junta o moderno e o tradicional
VITÓRIA - Temperos, ervas
medicinais, artigos de umbanda, pescado, aves, pequenos animais, carnes, cosméticos,
aviamentos para costura, artesanato, doces, balas, eletrodomésticos, calçados, roupas
etc. Tudo isso se encontra na Vila Rubim, conhecida pelos capixabas pelo seu comércio
diversificado. Andar pelas ruas do bairro é estabelecer contato de primeiro grau com
diversos tipos de cheiros e aromas e com o que há de mais popular em Vitória.
Um dos pontos mais tradicionais é o Bar Santos, com seu famoso cafezinho, que já
recebeu muita gente importante, inclusive um presidente da República, João Batista
Figueiredo, quando veio a Vitória para a inauguração da Ponte do Príncipe (Segunda
Ponte), em 14 de outubro de 1979. No estabelecimento, ainda hoje, podem ser vistas a mesa,
a cadeira e as xícaras utilizadas pelo general.
O proprietário do bar, Adelino Antônio Ferreira, morreu em agosto de 1997, aos 74
anos. Assumiram a direção três dos seus nove filhos, Jorge Luiz, Ana Paula e José
Satho Kinamor Ferreira, que procuram manter a mesma tradição do estabelecimento, fundado
em 1923. O bar recebeu o nome de Santos em homenagem ao avô, Antônio João Santos, que
veio de Portugal em 1920, conta José.
Atualmente, quem for ao bar poderá provar o café e outras especiarias do antigo
cardápio, como a canoinha (pão francês sem miolo, recheado com queijo e presunto e
levado ao forno a lenha); misto com pão de Petrópolis (um tipo de pão de fôrma mais
adocicado) ou o creme americano (uma coalhada com creme de ameixa e ameixa) cuja receita
não é divulgada. "Esta receita é da minha avó e não podemos divulgar",
afirma, emocionada, Ana Paula.
O bar que também era o ponto para a compra de bons charutos (hoje não trabalham mais
com esse produto) já recebeu várias figuras ilustres como Tancredo Neves, João Bosco,
Vanusa, Marisa e Sérgio Bittencourt. "Nosso bar sempre foi e continua sendo um
point para políticos e artistas", revela Jorge.
O Bar Santos abre às 6h30 para o tradicional café da manhã servido até as 10h30,
logo depois vem o almoço em self-service até as 15 horas. Após este horário o bar
funciona para lanches e fecha às 18 horas. O telefone é (27) 3222-0698.
Temperos - Mas os aromas da Vila Rubim continuam. Quem for descendo em
direção ao mercado, encontrará vários tipos de produtos e dentre eles os temperos do
seu Luiz, que está no mercado há 28 anos, sendo oito só trabalhnado com esse tipo de
produto.
Na Loja Ribeiro, do seu Luiz, atacadista e consumidor poderão encontrar mais de 60
tipos de temperos a granel. Dos mais comuns, como pimenta-do-reino, orégano ou cominho,
aos mais exóticos como pimenta síria, alho em flocos, painço-verde e tomate seco, que
é uma novidade conta seu Luiz.
O proprietário conta que começou no mercado com uma mercearia, mas há oito anos
trabalha só com temperos. "Comecei com o ramo da mercearia, mas os grandes
supermercados dificultaram o comércio. Como os clientes sempre queriam um tempero ou
outro, resolvi investir nesta área e deu certo. Hoje tenho clientes que vão do
consumidor de casa a restaurantes e pizzarias."
A loja funciona das 7 às 18
horas, menos domingos e feriados. Telefone: (27) 3222-2435.
Viagra - Embora as folhas secas usadas para infusões e chás não
tenham aromas, a não ser após o seu preparo, a loja da Gilda Gomes, em frente à
Administração Regional do Centro, é muito procurada por vários capixabas. A
comerciante trabalha com plantas secas há 20 anos.
Os homens com problemas de impotência são grandes clientes da dona Gilda, que para
esses casos indica escada-de-macaco, nó-de-cachorro, ginseng e catuaba. "Para este
problema vem tanto a mulher quanto o homem. Quando é o homem que procura, sempre diz que
é para o avô, tio, pai, irmão ou amigo, nunca é para ele. O interessante é que tem
muitos jovens com este problema." Dona Gilda informa que muitos colocam as folhas no
vinho, com canela e cravo.
Na loja há mais de 100 tipos de folhas secas, como pata-de-vaca, para diabetes;
cordão-de-frade, para colesterol; quebra-ponto, para descarrego, arroz-do-campo e
cana-de-macaco, como diuréticos. Segundo dona Gilda, as folhas mais procuradas são as de
porangaba, para emagrecer, e poejo, para gripe. A loja funciona das 7h30 às 18 horas. A
proprietária revela que os preços das folhas variam muito.
Feira - Dentro do mercado há um outro mercado paralelo que é a feirinha, entre a avenida
Duarte Lemos (alto) e av. Pedro Nolasco (baixo). Lá se encontram sapatos, queijos,
verduras, folhas, mel e produtos de higiene pessoal. A enfermeira Maria José Coelho
compra queijo, diariamente, na banca do Isaque (preferiu não revelar o sobrenome), que
funciona na feira há cerca de oito anos.
"Todos os dias quanto saio do trabalho venho comprar queijo com o Isaque. É mais
barato. Uso para consumo em casa e nos salgadinhos que preparo para vender." Isaque
trabalha com queijos, farinha de tapioca e beiju.
Ervas medicinais também podem ser encontradas na banca do feirante Benedito Sales da
Cruz, que está na feirinha da Vila Rubim, há 15 anos. Ele vende para clientes certos,
que sempre buscam sua orientação. "As pessoas chegam aqui com problemas de
depressão e pressão alta e me pedem a solução. Como trabalho com o livro As plantas
curam, consulto a indicação e explico ao cliente."
A Vila Rubim tem ainda lojas de eletrodomésticos, roupas, casas de balas e bombons e
muitos outros produtos. Conhecer a Vila Rubim é ter contato com o mercado antigo e o
novo, o moderno e o tradicional em um só local.
(Matéria
editada em 01/04/02 às 00h01)
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