O Hotel
Fazenda Vale Verde: lugar acolhedor em Estiva no Circuito Serras Verdes, no
Sul de Minas Gerais

Instalado
entre vales e montanhas o Vale Verde, com 25 apartamentos em um lugar ideal
para passar férias, realizar evento ou, simplesmente relaxar em ambiente
aconchegante e acolhedor, foi planejado para oferecer conforto, tranqüilidade
e serviços, conservando o jeito e o estilo do interior mineiro.
Turismo Rural
Com uma
completa estrutura de fazenda, o Vale Verde tem programação especial para os
que desejam conhecer um pouco mais da vida rural, fazendo desse convívio, nova
experiência com passeios a cavalo, tirar leite da vaca, colher e plantar na
horta do hotel, fazer pescaria esportiva, caminhadas entre árvores e ouvir o
canto dos pássaros.
Comida caseira
O dia se
inicia com um variado e delicioso café da manhã, que inclui produtos do
próprio hotel (leite, mel, frutas, queijos, doces, pães e bolos). No almoço e
jantar a comida é saudável e saborosa, composta de variados pratos da cozinha
do interior do Brasil.
Serviço:
Acesso Rodovia
Fernão Dias, km 823 – Estrada Taperas, km 2 – Estiva – MG
Telefone do
hotel: (35) 3799-0547
Reservas em São
Paulo: Telefone (11) 6283-1610
www.hfvaleverde.com.br
reservas@hfvaleverde.com.br
Conheça as
cidades próximas ao Hotel Fazenda Vale Verde
Estiva

Com a cidade a
965 metros acima do nível do mar, no Sul, seu território é de 242 quilômetros
quadrados. As mais importantes atividades econômicas estão ligadas á lavoura e
pecuária de corte e leiteira. Por rodovia, chega-se à cidade, de Belo
Horizonte, num percurso de 418 quilômetros.
Seu Clube
Literário é forte nas promoções culturais.
Durante os
séculos XVII e XVIII, os viajantes que necessitavam ir até à capitania de São
Paulo tinham uma única passagem, próxima à foz de um afluente do rio Três
Irmãos. Toda a área próxima à passagem era um grande pântano, o que causava
inúmeros prejuízos. Por volta de 1720, autoridades e parlamentares resolveram
construir ali uma estiva de madeira roliça, de 210 metros de extensão.
O nome de
Brejo da Estiva, e posteriormente Estiva, dado ao trecho da estrada,
aplicou-se ao ribeirão e ao povoado que depois se formou.
O primeiro
habitante de Estiva foi Domingos Soares, que lá chegou por volta de 1757 e deu
início à criação de gado e às lavouras. A boa qualidade das terras e o clima
trouxeram novos moradores.
O povoado foi
elevado a distrito em 1858, com o nome de Capela de Nossa Senhora Aparecida.
Em 1870, foi elevado a paróquia, passando a denominar-se Nossa Senhora da
Estiva. Em 1923, sua denominação foi reduzida para Estiva e, em 1948, passou a
município. A cidade festeja seu aniversário no mês de dezembro. Promove também
as festas do Morango (agosto), do Peão (junho) e a da Padroeira (outubro).
Bom Repouso

Localizada no
Sul de Minas, na Serra da Mantiqueira a 1.630 metros de altitude, Bom Repouso
abriga uma natureza exuberante, possuindo um clima invejável, entre os
melhores do planeta.
No inverno, as
temperaturas negativas atingem até 8 graus negativos, congelando as paisagens,
com belíssimos espetáculos da geada, com noites geladas e céu esplendoroso.
No verão, Bom
Repouso oferece belíssimas cachoeiras com quedas deslumbrantes, pedreiras com
paredões, trilhas entre as montanhas, mirantes a 1.800 metros de altitude com
visão panorâmica dos contrafortes da Mantiqueira.
Local ideal
para acampamentos, caminhadas, passeios a jipe e motos, ciclismo e cavalgadas.
Outros esportes radicais podem também ser praticados como: montanhismo, rappel,
bóiacross e vôo livre.
Bom Repouso é
uma cidadezinha bucólica, ideal para quem quer desfrutar de momentos de paz
nas montanhas. Um bom repouso pode ser encontrado no aconchego de uma boa
pousada, cercada por um povo simples e hospitaleiro. De outro lado, risos e
alegria dos turistas que procuram este paraíso para praticar o ecoturismo e
esportes de aventuras com destaque para o motocross e rappel.
Com Bom
Repouso a natureza foi generosa, presenteou-a com mais de 368 mananciais de
água, entre elas, a nascente do rio Mogi Guaçu, que originou um projeto de
preservação ambiental.
São mais de 30
cachoeiras espalhadas pela região, encantando os que valorizam e respeitam o
meio ambiente.
Caminhando
pela cidade, pode-se apreciar a arte do crochê. São mais de 2 mil crocheteiras
no município, que criam peças exclusivas para serem vendidas em vários pontos
do País.
Além do
crochê, o artesanato é muito rico e variado. Com sua história repleta de
cultura e tradições, Bom Repouso revive a memória de seus antepassados,
resgatando eventos, festas tradicionais, religiosas e folclóricas. São
manifestações que revelam a alma do povo em ritmos, arte, cor e fé. Elas
acontecem o ano todo. Vale a pena conferir!
Bom Repouso
faz parte do Circuito Turístico Serras Verdes do Sul de Minas e dos roteiros
integrados da região, com destaque para roteiros religiosos e ecológicos, com
destaque para o “Caminho da Fé”, que liga Tambaú (SP) a Aparecida (SP),
atravessando o sul de Minas, num trajeto de 480 KM.
Borda da Mata
O núcleo
central da cidade, conhecida inicialmente como Borda do Campo do Mandu, surgiu
na fazenda do português Francisco Vieira Fagundes, situada à margem do caminho
que ligava o arraial de Ouro Fino ao Registro do Mandu, atual Pouso Alegre. O
impulso inicial da aglomeração deveu-se à existência de matas e extensas áreas
de campos, que favoreceram a criação de gado e a extração da madeira. Em 1835,
foi criado o distrito de Borda da Mata.
Com a chegada
à região da estrada de ferro Sapucaí, em 1895, e sua posterior conexão com a
estrada de ferro Mogiana (1898), o desenvolvimento do local recebeu forte
incremento.
Em 1923,
deu-se a criação do município. Nossa Senhora do Carmo é a padroeira da cidade,
e para ela foi erigida, em 1823, a primeira capela do povoado. A festa em sua
homenagem é realizada todos os anos no mês de julho, quando ocorre também a
Exposição de Artes Plásticas de Borda da Mata. O visitante poderá ainda
conhecer as ruínas da antiga Usina Hidrelétrica da Sul Mineira, com grandes e
belas quedas d'água.
Pouso Alegre
Data de 1596 o
início da história do município, que se chamava Bom Jesus do Matozinhos.
Agropecuária, comércio e indústria são suas fontes geradoras de recursos
econômicos. Exporta produtos alimentícios industrializados, medicamentos,
vestuário e equipamentos industriais.
Duas
faculdades de Ciências Humanas e uma de Biologia são responsáveis pelo ensino
superior na sede municipal. Possui um Teatro Municipal, Conservatório Estadual
de Música, associações culturais, bibliotecas e associações de caridade.
Mandu era o
nome primitivo do arraial, que vem do séc. XVIII. Foi o português Antônio José
Machado quem doou as terras para o patrimônio da primeira capela, construída
às margens do rio Mandu. Em 1810, através do alvará do príncipe D.João VI, foi
criada a freguesia do Senhor São Bom Jesus do Pouso Alegre. Já em 1830,
funda-se o primeiro jornal do sul de Minas - O Pregoeiro Constitucional -, em
cuja tipografia foi editada a Constituição Política do Império do Brasil.
No ano de
1831, Pouso Alegre passa à categoria de município. Um exemplo curioso,
resultante da Campanha pela Libertação dos Escravos, é a existência de um
Livro de Ouro, criado pela Câmara Municipal, em 1887, onde são encontrados
registros de cartas de alforria de escravos da região. Pouso Alegre é hoje uma
cidade com intensa atividade cultural, destacando-se o Festsulminas, o
Encontro Sulmineiro de Corais e o Festival Nacional de Música Popular e
Erudita, entre outras. Possui ainda um animado Carnaval.
Matéria
editada em 12/10/2007