9º Congresso de Agribusiness da
Sociedade Nacional de Agricultura terá como tema
“Oportunidades e Riscos do Agronegócio”
Ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, e o ex-ministro
Roberto Rodrigues, são presenças confirmadas na abertura do
evento patrocinado pelo Sebrae-RJ que vai acontecer nos dias
4 e 5 de dezembro no Rio de Janeiro.
Rio de Janeiro (ABN) - Embora se apresente como a principal
força da economia brasileira, responsável por um em cada
três reais gerados no país, o agronegócio ainda enfrenta uma
série de dificuldades, entre elas, barreiras do mercado
internacional, problemas de infra-estrutura, logística,
defesa sanitária e a falta de um seguro rural.
Ao mesmo
tempo, anos de investimentos em desenvolvimento tecnológico,
em mão-de-obra e capacidade de gestão, criaram condições
para que o agribusiness brasileiro transformasse
oportunidades em negócios no disputado mercado mundial.
Durante os últimos meses, o Brasil presenciou grandes
investimentos de capital estrangeiro, assim como aquisições
de empresas nacionais. O campo, em franca modernização, vem
atingindo produtividade recorde em várias culturas como a
soja, o milho e o algodão.
Este quadro de aspectos positivos e de obstáculos a superar
norteiam o tema central do 9º Congresso de Abribusiness da
Sociedade Nacional de Agricultura - “Oportunidades e Riscos
do Agronegócio”. O evento, que conta com o patrocínio do
Sebrae-RJ, terá lugar nos dias 4 e 5 de dezembro, no
auditório da Confederação Nacional do Comércio, no Centro do
Rio de Janeiro.
Com a participação de autoridades – entre elas, a do
ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, e do
ex-ministro Roberto Rodrigues, presenças já confirmadas na
abertura do evento –, além de produtores e representantes de
diversos órgãos e instituições, o 9º Congresso de
Agribusiness será composto por seis painéis, onde
debatedores e palestrantes abordarão assuntos de interesse
como: “Novos mercados”, “Agroenergia” e “O Agronegócio como
Negócio de Risco”.
No primeiro dia do evento, será realizada a cerimônia de
entrega do prêmio Destaques “A Lavoura – SNA 110 anos”,
conferido pela Academia Nacional de Agricultura.
Responsável, hoje, por 33% do Produto Interno Bruno (PIB),
42% das exportações e 37% dos empregos gerados em solo
nacional, o agronegócio, nos últimos dez anos, dobrou o
faturamento do país com as vendas externas de produtos
agropecuários e teve um crescimento superior a 100% no saldo
comercial.
Sobre o evento
Com o tema
“Oportunidades e Riscos do Agronegócio”, o 9º Congresso de
Agribusiness da SNA será realizado nos dias 4 e 5 de
dezembro, na Confederação Nacional do Comércio (CNC), no
centro do Rio de Janeiro.
O evento
contará com a presença dos ex-ministros Roberto Rodrigues e
Pratini de Moraes e de representantes de diversas empresas,
entre elas, Aracruz Celulose, Brenco, Vanguarda do Brasil,
Grupo André Maggi, Bio Energy, Brasil Ecodiesel e JP Morgan.
Os
participantes debaterão o futuro do agronegócio no Brasil,
tendências como fusões, aquisições e abertura de capital;
agroenergia; novos mercados e tecnologias, meio ambiente,
entre outros assuntos de interesse.
Serviço:
9º Congresso de Agribusiness da SNA
4 e 5 de
dezembro de 2007 , a partir das 9h.
Auditório
da Confederação Nacional do Comércio
Av.
General Justo, 307 – 9º andar - Centro - Rio de Janeiro
Informações: tels. (21) 3231-6350 - 2544-5045
www.sna.agr.br
9° Congresso de Agribusiness
reúne os “pesos-pesados” do agronegócio
Com
superávit de US$ 5,1 bilhões em outubro deste ano, a balança
comercial do agronegócio continua a bater seus recordes.
Investimentos é que não faltam. Recentemente, o governo
federal liberou R$ 58 bilhões em créditos para o setor,
referentes à safra 2007/2008 – um acréscimo de 16% em
relação à safra anterior.
Aproveitando o bom momento do agronegócio brasileiro,
empresas com diferentes campos de atuação - desde o segmento
sucro-alcooleiro até a indústria têxtil, passando pelo
complexo soja - além de cooperativas, produtores rurais e
bancos como o JP Morgan e UBS Pactual, realizam, em escala
crescente, operações para captar recursos do exterior, tendo
em vista o elevado grau de liquidez (investimentos sem
perdas) dos mercados financeiros globais.
Dados do
Banco Central indicam que o volume de operações de
financiamento externo passou de US$ 169 bilhões, em 2006,
para US$ 177 bilhões, entre janeiro e agosto de 2007.
A procura
de empresas brasileiras por investidores estrangeiros também
é uma realidade, em virtude do aquecimento do mercado, da
percepção de riscos reduzidos para aplicações e da
estabilidade da moeda brasileira.
Outro
fator que se torna cada vez mais forte no agronegócio é a
busca por novas tecnologias e mercados (Ásia, Oriente Médio,
Europa Oriental e América Latina). As aquisições e fusões de
empresas (tanto em âmbito nacional ou envolvendo grupos
nacionais e multinacionais), bem como a abertura de capital
também são exemplos de tendências - visíveis desde a década
de 90.
Segundo
informações da PriceWaterhouseCoopers, o número de fusões e
aquisições no Brasil cresceu 32% no primeiro semestre de
2007, ultrapassando 330 negociações concluídas, sendo que
67% dessas operações foram lideradas por grupos nacionais.
As
empresas do agronegócio também começam a ingressar no
chamado “novo mercado”, operando suas ações na Bolsa de
Valores, a fim de facilitar o acesso às instituições
financeiras internacionais, como é o caso da gaúcha SLC
Agrícola. É a única empresa, a nível mundial, com capital
aberto, que tem como atividade principal a agricultura, e
será a primeira do setor a obter, até 2008, recursos do Bird
(Banco Mundial), no valor de US$ 40 milhões.
Mesmo com
todos estes aspectos positivos de crescimento, com anos de
investimentos em desenvolvimento tecnológico, em
mão-de-obra, capacidade de gestão e, mais recentemente, em
agroenergia (setor que atualmente recebe aportes de US$ 17
bilhões), o agronegócio ainda esbarra em dificuldades.
Gargalos
como diferença cambial, barreiras no mercado mundial e
problemas de logística somam-se a riscos como o déficit na
infra-estrutura, defesa biológica e inovação tecnológica.
Este quadro de “Oportunidades e Riscos do Agronegócio”
constitui o tema do 9° Congresso de Agribusiness da
Sociedade Nacional de Agricultura, que será realizado nos
dias 4 e 5 de dezembro, na Confederação Nacional do
Comércio, no Centro do Rio de Janeiro, com o patrocínio do
Sebrae-RJ.
O evento
vai reunir, em seis painéis, mais de 30 especialistas -
verdadeiros “pesos-pesados” do setor. Participam da abertura
do Congresso (04/12), o ministro da Agricultura, Reinhold
Stephanes e o ex-ministro Roberto Rodrigues, que falará
sobre o “Panorama Internacional do Agronegócio”. No dia
seguinte, o ex-ministro Pratini de Moraes será o primeiro
orador do painel inaugural, “Novos Mercados e Novos
Produtos”.
Destaques dos painéis:
Associação Brasileira dos Exportadores de Carne (ABIEC):
Presidida pelo
ex-ministro da Agricultura Marcus Vinicius Pratini de
Moraes, grande incentivador do comércio exterior brasileiro.
Além de defender os interesses dos associados e estimular o
desenvolvimento técnico, profissional e social das empresas,
a ABIEC tem trabalhado junto ao Ministério da Agricultura,
Pecuária e Abastecimento (MAPA) na regulamentação do setor,
na elaboração e execução dos programas sanitários, como o
Programa Nacional de Erradicação da Febre Aftosa, nos quais
tem investido recursos humanos e financeiros, e nas
negociações internacionais para a abertura de mercados.
Integra o terceiro painel, “Novos Mercados e Novos
Produtos”.
Brasil
Ecodiesel: É
líder na produção de biodiesel no Brasil, sendo a maior
pioneira e maior produtora do setor. Desenvolve suas
atividades observando a integração de processos industriais
e logísticos eficientes a um modelo de busca de matérias
primas inovador e diversificado, que contempla negociações
diretas no mercado de óleos vegetais, o desenvolvimento de
novas cadeias de produção agrícola intensiva e o incentivo à
agricultura familiar, tendo em vista a promoção do
desenvolvimento humano e social. Seu Conselho de
Administração é presidido por Jório Dauster. Atualmente,
conta com três centros em operação: em Crateús, no Ceará; em
Iraquara, na Bahia, e em Floriano, no Piauí. Além disso,
implementa a abertura de novas unidades. Participa do quinto
painel, “Agroenergia”.
Vanguarda do Brasil:
Presidida pelo deputado
estadual do Mato Grosso, Otaviano Pivetta . Um dos maiores
produtores rurais do País, Pivetta cultiva 180 mil hectares
de soja, algodão, milho e arroz em onze fazendas de seu
estado. Sua empresa fatura US$ 197 milhões ao ano. Produz
sementes, planta, industrializa e transporta soja e algodão
até o porto de Paranaguá. A produção de milho abastece a
criação de 80 mil suínos, que são abatidos por uma
cooperativa e exportados. Integra o primeiro painel, “O
Agronegócio como Negócio de Risco”.
DZ
Negócios com Energia:
Empresa de desenvolvimento de oportunidades, focada na
indústria brasileira de eletricidade, petróleo e gás
natural. Sua equipe é liderada por David Zylbersztajn,
ex-diretor geral da Agência Nacional de Petróleo, que agrega
grande conhecimento do setor energético e de seu ambiente
regulatório com credibilidade e experiência gerencial. A DZ
assessora investidores e empresas interessados no setor
energético brasileiro nas áreas de fusões e aquisições,
desenvolvimento de projetos, novos negócios e estratégias.
Estará presente ao segundo painel, “A Expansão do
Agronegócio Brasileiro”.
Brenco
– Companhia Brasileira de Energia Renovável:
Esta empresa está
construindo um dos maiores projetos de etanol do mundo,
envolvendo o plantio, o cultivo e a colheita da
cana-de-açúcar, bem como a produção, o transporte e a
comercialização do etanol no Brasil e no exterior. Além
disso, implementa no País dez usinas com capacidade de
produção de 3,8 bilhões de litros (1 bilhão de galões) de
etanol por ano. A empresa também será uma grande geradora de
energia elétrica a partir do bagaço de cana. Seu diretor de
novos negócios é Carlos Rodrigo Ópice Leão, que integra o
segundo painel, “A Expansão do Agronegócio Brasileiro”.
ÚNICA
– União da Agroindústria Canavieira de São Paulo:
Dedica-se à expansão dos
mercados de álcool e açúcar em diversas frentes. Tem apoiado
as iniciativas governamentais pela derrubada das barreiras
protecionistas no exterior. Também defende a universalização
da produção e do uso do álcool combustível, para que este se
torne uma ´commodity´ ambiental, como oxigenante da gasolina
ou como combustível principal em veículos de tecnologia
avançada (flex-fuel, células de hidrogênio, entre
outras). A ÚNICA apóia ainda a mistura de álcool no óleo
diesel e políticas de expansão do uso da biomassa na matriz
energética brasileira. Seu diretor técnico, Antônio de Pádua
Rodrigues, participa do quinto painel, “Agroenergia”.
Ethanol Trading:
O objetivo da empresa é representar o maior número possível
de destilarias do País. Sua meta é atingir, nos próximos
anos, o posto de quinta maior empresa brasileira em
exportação, com estoque de 1 a 2,5 bilhões de litros de
álcool, a fim de garantir o fornecimento do produto aos
países interessados. O principal desafio da Ethanol Trading,
presidida por Roberto Giannetti da Fonseca, é investir em
logística para a distribuição do álcool. Estará presente ao
quinto painel, “Agroenergia”.
Infinity Bio Energy:
Empresa do setor de etanol,
que atua na produção e distribuição de álcool e de outros
combustíveis renováveis. Seu fundador e principal executivo,
Sérgio Thompson-Flores, aposta no desenvolvimento do etanol
como combustível alternativo. No momento, a Infinity investe
na aquisição de oito usinas e na construção de outras cinco.
Em maio do ano passado, a companhia, que trabalha de forma
sustentável, abriu seu capital na bolsa de Londres para
grupos emergentes. Até março de 2007, investiu mais de US$
300 milhões nos setores onde atua. Integra o quinto painel,
“Agroenergia”.
SLC
Agrícola: É uma
das maiores empresas brasileiras de agribusiness. Possui
oito fazendas distribuídas em cinco estados brasileiros
(Centro-Oeste), atuando no plantio de algodão, soja, milho e
café. Atende ao mercado interno e de exportação. Ao longo de
30 anos de história, se especializou na aquisição de terras
em regiões agrícolas - processo que prioriza a análise do
potencial de desenvolvimento logístico das áreas para
garantir sua futura valorização. Presidida por Arlindo
Moura, a empresa estuda seu ingresso no mercado de
biocombustíveis, mantendo áreas experimentais com
cana-de-açúcar em cinco fazendas. Participa do terceiro
painel, “Novos Mercados e Novos Produtos”.
Amaggi:
É a
empresa líder do Grupo André Maggi. Importa e comercializa
fertilizantes e também é responsável pela produção de
sementes de soja de qualidade. Atua nos estados de Mato
Grosso, Rondônia e Amazonas, e detém uma estrutura para
comercializar, armazenar, processar, transportar e fomentar
a produção de soja no Mato Grosso, através de recursos ou
insumos. A matriz do grupo em Rondonópolis (MT) faz ligação
direta com os principais centros de comercialização de soja
em todo o mundo. Assim, a soja, o farelo e o óleo produzidos
são exportados para a Austrália e países da Europa e Ásia. O
grupo integra o primeiro painel, “O Agronegócio como Negócio
de Risco”.
(Matéria
Editada em 24/11/07 às 18h25)
Sustentabilidade: o desafio
da agropecuária
O grande
desafio da agropecuária nacional será a produção de modo
sustentável, seguindo os moldes de uma agenda ambiental.
Para se adaptar aos novos tempos, os agricultores da
atualidade deverão também assumir o papel de ecologistas.
A idéia
será defendida pelo Secretário de Meio Ambiente de São
Paulo, Xico Graziano, durante o 9º Congresso de Agribusiness
da Sociedade Nacional de Agricultura.
De acordo
com o secretário, num futuro próximo deverão ser eliminadas
as diferenças existentes entre o ecologista e o agricultor,
bem como o dilema entre produzir e preservar, por
meio da incorporação de variáveis ambientais no modo de
produção rural.
Graziano
participará do sexto e último painel do congresso, “O
Agronegócio e o Meio Ambiente”.
(Matéria
Editada em 26/11/07 às 19h11)
Otaviano Pivetta, presidente
do Grupo Vanguarda do Brasil, participa do 9º Congresso de
Agribusiness da SNA
O deputado
estadual de Mato Grosso e presidente do Grupo Vanguarda do
Brasil, Otaviano Pivetta, será um dos palestrantes do 9º
Congresso de Agribusiness, que a Sociedade Nacional de
Agricultura realiza, com o patrocínio do Sebrae-RJ, nos dias
4 e 5 de dezembro, no Rio de Janeiro.
Entre
outros assuntos, Otaviano Pivetta falará sobre a temática do
primeiro painel, “Agricultura como negócio de risco, o
custo-Brasil, a competitividade brasileira e as legislações
agrária e ambiental”.
O deputado
também irá abordar as condições de produção em Mato Grosso –
o estado onde atua – destacando as inovações que vem
implementando no setor agropecuário, que o ajudou a driblar
a crise do agronegócio e lucrar nos anos em que a maioria
dos produtores perdeu. Uma das saídas, segundo Pivetta, foi
a verticalização da produção, ou seja, a ampliação e o
incremento dos meios produtivos, como forma de
potencialização.
Outras
iniciativas tomadas pelo Grupo Vanguarda do Brasil foram o
selo EUREPGAP-GLOBALGAP de qualidade no campo e a
preservação de áreas ambientais.
Como
empresário rural e político atuante, Otaviano Pivetta se
preocupa com a responsabilidade social e ambiental. “O
estado de Mato Grosso precisa assumir suas vocações, e nós
as nossas responsabilidades. Há muito tempo constatamos que
produzir matérias-primas de baixo valor agregado, no sistema
de monocultura, não seria sustentável. Por isso, nos
organizamos com uma receita econômica diferenciada e hoje a
Vanguarda do Brasil é a empresa mais diversificada e
verticalizada do Centro-oeste”, explica Otaviano.
Segundo
ele, os riscos podem ser prevenidos, mas as incertezas não.
Dentro desse conceito, Otaviano vai abordar como uma empresa
de agronegócio no Brasil deve se comportar para que, de
forma competitiva, possa alcançar novos cenários e mercados
cada vez mais exigentes. “Um quadro de incertezas se
descortina sobre a produção agrícola brasileira, mais
precisamente em Mato Grosso”, diz ele. “Fatores como falta
de logística e custos de transporte aos portos de exportação
da produção agrícola asfixiam os produtores”.
Para
Pivetta, a indefinição da legislação ambiental e a pressão
internacional contra o desmatamento da Amazônia demandam
respostas modernas, como a produção com sustentabilidade e a
busca por certificações internacionais de boas práticas
agrícolas. Assim, a Vanguarda do Brasil foi a primeira
empresa do mundo a receber a certificação EUREPGAP-GLOBALGAP
para a produção de soja e milho convencional em uma de suas
unidades.
A
certificação internacional é um protocolo de boas práticas
agrícolas, responsabilidade social e ambiental, o qual
agrega valor à produção de soja e milho formando uma espécie
de blindagem e um convite para futuros investidores e
parceiros produzirem com sustentabilidade.
As
exportações mato-grossenses registraram crescimento de 2%
entre janeiro e abril de 2007, em relação o mesmo período do
ano passado. Esse aumento resultou em um valor acumulado de
US$ 1,44 bilhão, cerca de US$ 29,3 milhões a mais do que o
valor acumulado no mesmo período de 2006. Com esse
resultado, Mato Grosso continua entre os dez maiores
exportadores do país. Na região Centro-Oeste, as exportações
mato-grossenses lideram a participação, sendo responsáveis
por 54,52% do total exportado.
A
Vanguarda do Brasil contribui com esses números, sendo uma
das empresas de maior produção de soja do país, com unidades
distribuídas na região Médio-Norte mato-grossense. A empresa
é gestora de produção agrícola de soja, milho, algodão,
arroz, nos segmentos de pecuária bovina e suína, usina de
óleo, farelo, beneficiamento de algodão e fábrica de ração.
(Matéria
Editada em 27/11/07 às 22h30)
Café com certificação é
resultado das demandas do consumidor moderno
É fato
que, a cada ano que passa, o consumidor torna-se mais
exigente em relação ao que compra. Prefere produtos mais
saudáveis e naturais, quer ter a certeza da qualidade, da
origem e até da aparência daquilo que irá consumir.
Esta
tendência reflete em vários setores, e na cafeicultura
brasileira não poderia ser diferente, principalmente por
ser o Brasil o maior produtor e o maior exportador de café
do mundo.
A crescente exigência em relação à compra de produtos,
principalmente por parte dos consumidores de países
desenvolvidos, está fazendo com que o setor cafeeiro no
Brasil aumente a cobrança quanto à certificação de
propriedades produtoras.
Este assunto será apresentado por Marco Antonio Suplicy, da
Suplicy Cafés Especiais, durante o 9º Congresso de
Agribusiness da Sociedade Nacional de Agricultura.
Participante do quarto painel (“Agregando valor aos
produtos: novas tecnologias e novos nichos de mercado”),
Suplicy vai mostrar que é cada vez mais comum a presença de
auditores de firmas certificadoras independentes, pagos pelo
próprio produtor, para orientá-lo em relação às técnicas
mais indicadas em sua propriedade.
Petrobrás tem plano
estratégico para comercializar etanol
A
Petrobrás vai divulgar, no 9º Congresso de Agribusiness da
Sociedade Nacional de Agricultura, seu Plano Estratégico
2020 para a comercialização do etanol e o refino da biomassa
(derivados de organismos vivos utilizados na produção de
combustível).
A
iniciativa foi motivada pela forte demanda global dos
biocombustíveis nos últimos anos e sua ampliação na matriz
energética mundial. Atualmente, o Brasil se destaca como
segundo maior produtor e maior exportador mundial de etanol.
No âmbito
do Plano Estratégico 2020, ganham destaque dois projetos:
Alcoolduto Senador Canedo – São Sebastião, centrado em
logística e comercialização, a fim de expandir a produção de
etanol, tendo em vista os mercados internacionais; e
Tecnologia de Processo HBIO, com foco na produção de diesel
com conteúdo renovável, por meio do co-processamento de óleo
vegetal nas refinarias da Petrobrás.
Durante
o 9º Congresso de Agribusiness serão mostrados os estágios
de desenvolvimento do Plano, dados sobre investimentos e
perspectivas. Representada por seu Gerente de
Desenvolvimento de Novos Projetos, Gilberto Ribeiro de
Carvalho, a Petrobrás participa do quinto painel, “Agroenergia”.
(Matéria
Editada em 29/11/07 às 23h10)